sexta-feira, 16 de novembro de 2018

ANTÓNIO FERNANDES ALEIXO

António Fernandes Aleixo nasceu em Vila Real de Santo António (Portugal) no dia 18 de fevereiro de 1899 e morreu em Loulé, província de Algarve (Portugal) no dia 16 de novembro de 1949 aos 50 anos e hoje registramos 69 anos da sua morte. Importante poeta popular português. Considerado um dos poetas populares portugueses de maior relevo, afirmando-se pela sua ironia e pela crítica social sempre presente nos seus versos, António Aleixo também é recordado como homem simples, humilde e semi-analfabeto, e ainda assim ter deixado como legado uma obra poética singular no panorama literário português da primeira metade do século XX. Faleceu vítima de uma tuberculose doença que tempos antes havia também vitimado uma de suas filhas.


ANTÓNIO FERNANDES ALEIXO
MÁXIMO POSTAL


ANTÓNIO FERNANDES ALEIXO

BENJAMIN NNAMDI AZIKIWE

Benjamin Nnamdi Azikiwe, normalmente referido como Nnamdi Azikiwe ou ainda como "Zik" nasceu em Zungeru (atualmente localizada no Níger) no dia 16 de novembro de 1904 e morreu em Nsukka no dia 11 de maio de 1996 aos 91 anos e hoje comemoramos 114 anos do seu nascimento. Estudou na Estados Unidos onde obteve o Mestrado em Ciências Políticas e Antropologia na Universidade Lincoln da Pensilvânia. Em 1934 voltou para a Nigéria. Foi uma das figuras mais importantes da política moderna na Nigéria e o primeiro presidente da Nigéria, mantendo a posição durante a Primeira República da Nigéria.

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BENJAMIN NNAMDI AZIKIWE

JEAN LE ROND D'ALEMBERT

Jean le Rond d'Alembert nasceu em Paris no dia 16 de novembro de 1717 e morreu em Paris no dia 29 de outubro de 1783 aos 66 anos e hoje comemoramos 301 anos do seu nascimento. Importante filósofo, matemático e físico francês, que participou na edição da Enciclopédia, a primeira enciclopédia publicada na Europa. Ele era filho ilegítimo da escritora Claudine Alexandrine Guérin de Tencin, Baronesa de Saint-Martin-de-Ré (1682-1749) com o cavalheiro (chevalier) Louis-Camus Destouches (1668-1726), um oficial de artilharia das Forças Armadas. Seu pai estava distante quando nasceu e d'Alembert foi dias depois abandonado por sua mãe nos degraus da capela de Saint-Jean-le-Rond, próximo à igreja Notre-Dame de Paris. Foi adotado por um vidraceiro e sua mulher, conhecida como Madame Rousseau, que cuidou de d'Alembert como se seu filho fosse, e recebeu o nome do santo patrono da igreja onde foi deixado. A verdadeira mãe sabia onde ele se encontrava e quando apresentou sinais de ser um gênio quis ficar com ele. "Você é apenas a minha madrasta" disse-lhe o rapaz"a mulher do vidraceiro é a minha verdadeira mãe". E com isto abandonou-a como ela o havia abandonado. O cavalheiro Destouches pagou secretamente pela educação do filho, mas nunca o reconheceu legalmente.




JEAN LE ROND D'ALEMBERT

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"A Morte é um bem para todos os homens; é como a noite desse dia inquieto que se chama vida".
JEAN LE ROND D'ALEMBERT
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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

A Proclamação da República Brasileira foi um levante político-militar ocorrido em 15 de novembro de 1889 que instaurou a forma republicana federativa presidencialista de governo no Brasil, derrubando a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil e, por conseguinte, pondo fim à soberania do Imperador Dom Pedro II. Foi, então, proclamada a República dos Estados Unidos do Brasil. A proclamação ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República), na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, quando um grupo de militares do exército brasileiro, liderados pelo marechal Deodoro da Fonseca, destituiu o imperador e assumiu o poder no país. Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um governo provisório republicano. Faziam parte, desse governo, organizado na noite de 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca (1827-1892) como presidente da república e chefe do Governo Provisório; o marechal Floriano Peixoto (1839-1895) como vice-presidente; como ministros, Benjamin Constant Botelho de Magalhães (1836-1891), Quintino Antonio Ferreira de Souza Bocaiuva (1836-1912), Rui Barbosa de Oliveira (1849-1923), Manuel Ferraz de Campos Sales (1841-1913), Aristides da Silveiras Lobo (1838-1896), Demétrio Nunes Ribeiro (1853-1933) e o almirante Eduardo Wandenkolk (1838-1902), todos membros regulares da maçonaria brasileira.



   
DOM PEDRO II

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DOM PEDRO II


PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA




MARECHAL DEODORO DA FONSECA


MARECHAL DEODORO DA FONSECA




MARECHAL DEODORO DA FONSECA



MARECHAL DEODORO DA FONSECA
1º PRESIDENTE DA REPÚBLICA




CAMPOS SALES
MINISTRO



RUI BARBOSA
MINISTRO



ALMIRANTE EDUARDO WANDENKOLK
MINISTRO

AVENIDA CENTRAL - INAUGURAÇÃO

A avenida Central hoje Rio Branco foi inaugurada pelo presidente da República, Rodrigues Alves, e entregue ao tráfego em 15 de novembro de 1905. Recebeu bela arborização, iniciada em 22 de outubro de 1905 com o plantio da primeira árvore de pau-brasil. Quando a aumentaram, porém, as árvores foram retiradas, assim como a calçada que a dividia ao meio. Idealizado pelo presidente Francisco de Paula Rodrigues Alves (1848-1919) em 1902. O responsável pelas reformas foi o engenheiro Francisco Pereira Passos (1836-1913), designado prefeito do Distrito Federal. As obras iniciaram-se em março de 1904 com a demolição de 641 casas, desalojando quase 3.900 pessoas. Após seis meses de trabalho estava aberta de ponta a ponta.


PRESIDENTE FRANCISCO DE PAULA RODRIGUES ALVES



PRESIDENTE FRANCISCO DE PAULA RODRIGUES ALVES
MEDALHA DA INAUGURAÇÃO
COLEÇÃO PARTICULAR

PRESIDENTE FRANCISCO DE PAULA RODRIGUES ALVES
MEDALHA DO INÍCIO DOS TRABALHOS
PREFEITO PAULO DE FRONTIN E
ENGENHEIRO CHEFE LAURO MÜLLER
COLEÇÃO PARTICULAR


FRANCISCO PEREIRA PASSOS

LUBRAPEX 2012 - MEMORABILIA

No dia 15 de novembro de 2012 foi publicada a Palmarès, isto é, a relação das premiações da LUBRAPEX 2012 e sem falsa modéstia este Blog na ocasião com um pouco mais de um ano de existência e participando pela primeira vez de uma competição conquistou Medalha de Bronze. Participou também o Boletim Informativo Eletrônico do Clube Filatélico e Numismático de Lorena entidade que existe há 61 anos e que recebeu – Medalha de Bronze; e a coluna filatélica publicada há mais de trinta anos no hebdomadário regional Jornal Guaypacaré - Medalha de Bronze Prateada infelizmente este jornal encerrou suas atividades em 2014. Todos os três meios de comunicação sob minha responsabilidade.


21ª EXPOSIÇÃO FILATÉLICA LUSO-BRASILEIRA - LUBRAPEX
MEDALHA


21ª EXPOSIÇÃO FILATÉLICA LUSO-BRASILEIRA - LUBRAPEX
DIPLOMA



21ª EXPOSIÇÃO FILATÉLICA LUSO-BRASILEIRA - LUBRAPEX
DIPLOMA


21ª EXPOSIÇÃO FILATÉLICA LUSO-BRASILEIRA - LUBRAPEX
DIPLOMA
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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

LORENA - 230 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA

LORENA - 230 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA - A cidade teve sua origem num povoado construído no final do século XVII. Conhecida como Vila de Guaypacaré em 1705. Do ponto de vista administrativo, a freguesia foi criada em 1718 e o município em 1788. Lorena foi elevada a cidade em 1856. Conhecida pelas cidade das"Palmeiras Imperiais", recebeu a Monarquia Imperial Brasileira, desde, D.Pedro I, cujo caminho esta foi para a Proclamação da Independência, e em sua estadia plantou pessoalmente uma das palmeiras da conhecida Rua da Palmeiras. Depois recebeu a visita do Imperador D. Pedro II, Princesa Isabel e seu marido, o Conde D'eu, que se hospedaram na suntuosa residência do Sr. Conde Moreira Lima. Lorena ainda no auge dos tempos do café abrigou grandes fazendas com destaque as do próprio Conde Moreira Lima, Barão de Santa Eulália, Barão da Bocaina entre outros.


ENVELOPE COMEMORATIVO


DOM PEDRO I


DOM PEDRO II


PRINCESA ISABEL


BARÃO DA BOCAINA


PALACETE MOREIRA LIMA
HOJE CASA DA CULTURA PÉRICLES EUGÊNIO DA SILVA RAMOS
LORENA