segunda-feira, 22 de outubro de 2012

ARTHUR DE AZEVEDO

Artur Nabantino Gonçalves Azevedo, muitas vezes denominado Arthur Azevedo, nasceu em 7 de julho de 1855, em São Luís do Maranhão-MA e morreu no Rio de Janeiro dia 22 de outubro de 1908. Com 15 anos escreveu sua primeira peça Amor por Anexins. Em 1873, aos 18 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro onde começou sua carreira como jornalista Trabalhou nos jornais "O Paiz", "Correio da Manhã", "O Século" e foi crítico teatral em "A Notícia" e fundou as revistas "O Domingo", "Revista dos Teatros", "A Gazetinha" e "O Álbum".Suas atividades iniciais no teatro se deram, a princípio, na tradução livre e na adaptação de comédias francesas. A Filha de Maria Angu, foi seu primeiro sucesso teatral, foi uma imitação brasileira da opereta francesa "La Fille de Mme. Angot". Traduziu ao longo de sua carreira cerca de 40 peças para o teatro. No final do século XIX, Artur Azevedo dominou o cenário teatral brasileiro. Deixou cerca de 25 comédias, 19 revistas-de-ano e 20 operetas e burletas. Além disso, foi um dos responsáveis pela construção do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, inaugurado logo após a sua morte ocorrida em 22 de outubro de 1908. Artur Azevedo foi o consolidador da comédia de costumes iniciada por Martins Pena. Autor muito popular retratou os costumes da sociedade brasileira do final da Monarquia e início da República.
Era irmão mais velho do escritor Aluísio Azevedo, autor de "O Cortiço" e "O Mulato".

CARIMBO COMEMORATIVO

POR DENTRO DA FILATELIA


Recebemos e agradecemos o convite abaixo

domingo, 21 de outubro de 2012

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO

O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), fundado a 21 de outubro de 1838, é a mais antiga e tradicional entidade de fomento da pesquisa e preservação histórico-geográfica, cultural e de Ciências Sociais do Brasil. A sua criação, juntamente com o Arquivo Público do Império, que se somavam à Academia Imperial de Belas Artes, integrou o esforço dos conservadores (Regência de Pedro de Araújo Lima), para a construção de um Estado imperial centralizado e forte. Por uma proposta do cônego Januário da Cunha Barbosa e do Marechal Raimundo José da Cunha Matos, o Instituto foi criado em 1838, numa assembléia composta por vinte e sete membros fundadores. Logo recebeu o Patronato do Imperador D. Pedro II que, além de seu protetor, foi ativo membro, presidindo centenas de sessões.Ao longo do tempo, os maiores expoentes da história e geografia no Brasil tiveram assento na instituição, representanto o IHGB para as Ciências Sociais, o que a Academia Brasileira de Letras representa para a literatura no país. O descobridor do Homem de Lagoa Santa, o naturalista dinamarquês Peter Wilhelm Lund (1801-1880), por exemplo, foi um de seus sócios.

IMPERADOR DOM PEDRO II
PATRONO DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO


VISCONDE DE CAIRÚ
FUNDADOR


FRANCISCO GÊ ACAIABA DE MONTEZUMA
VISCONDE DE JEQUITINHONHA
FUNDADOR
    EUCLIDE DA CUNHA
    SÓCIO

    PETER LUND
    DESCOBRIDOR DO "HOMEM DA LAGOA SANTA"
    SÓCIO

BARÃO DE MAUÁ

Irineu Evangelista de Sousa, barão  e visconde com grandeza de Mauá, (Arroio Grande, 28 de dezembro de 1813 – Petrópolis, 21 de outubro de 1889 foi um comerciante, armador, industrial e banqueiro brasileiro. Ao longo de sua vida foi merecedor, por contribuição à industrialização do Brasil no período do Império (1822-1889), dos títulos nobiliárquicos primeiro de barão (1854) e depois de Visconde de Mauá (1874). Foi pioneiro em várias áreas da economia do Brasil. Dentre as suas maiores realizações encontra-se a implantação da primeira fundição de ferro e estaleiro no país, a construção da primeira ferrovia brasileira, a estrada de ferro Mauá, no atual estado do Rio de Janeiro, o início da exploração do rio Amazonas e afluentes, bem como o Guaíba e afluentes, no Rio Grande do Sul, com barcos a vapor, a instalação da iluminação pública a gás na cidade do Rio de Janeiro, a criação do primeiro Banco do Brasil, e a instalação do cabo submarino telegráfico entre a América do Sul e a Europa. Primeiro como barão, título recebido após construir a primeira estrada de ferro da América do Sul, e vinte anos depois, Visconde de Mauá, Irineu Evangelista de Sousa é o principal representante dos primórdios do capitalismo na América do Sul, ao incorporar e adotar, no Brasil, ainda no período do Império brasileiro(1822-1889), em suas empresas, os recursos e maquinários aplicados na Europa e nos Estados Unidos no período da Revolução Industrial do século XIX. É considerado, pelos registros históricos, como o primeiro grande industrial brasileiro.

SESQUICENTENÁRIO DO BARÃO DE MAUÁ

BARÃO DE MAUÁ
PATRONO DOS TRANSPORTES

BARÃO DE MAUÁ


BARÃO DE MAUÁ


"BARONESA"
PRIMEIRA LOCOMOTIVA DO BRASIL 

ENCONTRO NACIONAL DE COLECIONADORES - BRASÍLIA

Recebemos e agradecemos o convite abaixo.

sábado, 20 de outubro de 2012

DIA NACIONAL DA POESIA

Dia Nacional da Poesia - comemorado por brasileiros, para marcar a data da fundação do Movimento Poético Nacional, ocorrida em 20 de outubro de 1976 na casa do Poeta, jornalista, tabelião, advogado, político, romancista, cronista, pintor e ensaísta brasileiro, Paulo Menotti Del Picchia, na cidade brasileira de São Paulo-SP.
Saúdo todos os Poetas e em especial a Poetisa Celina Maria Taques Bittencourt Nepomuceno

ALCEU AMOROSO LIMA

MACHADO DE ASSIS


CARLOS DRUMMONT DE ANDRADE



sexta-feira, 19 de outubro de 2012

BALÃO Nº 6

O brasileiro Santos Dumont (Alberto Santos Dumont), no ano de 1901 convocou os jurados do Aeroclube da França para testemunhar a dirigibilidade de seu balão, e fazer jus ao PRÊMIO DEUTSCH. Devido ao mau tempo, apenas 25 compareceram, entre eles, o próprio instituidor do prêmio, Deutsch de La Muerte. Em 29 minutos e 30 segundos, o número SEIS cruzou a linha de chegada, causando polêmica, pois alguns entendiam que o pouso também devia ocorrer antes de 30 minutos após a decolagem, e Dumont havia pousado seu dirigível em 30 minutos e 29 segundos. Esta polêmica prosseguiu até 4 de novembro, quando o Aeroclube da França decidiu declará-lo vencedor. Cabe ainda ressaltar que o aeronauta doou integralmente seu prêmio: metade (25.000 francos) aos pobres de Paris, quitando suas dívidas em casas de penhores, e devolvendo-lhes suas ferramentas de trabalho e instrumentos musicais, e a outra metade entre seus mecânicos e colaboradores.

SANTOS DUMONT


                  CARIMBO
SANTOS DUMONT