sábado, 3 de agosto de 2013

MONTEIRO LOBATO

José Bento Renato Monteiro Lobato nasceu em Taubaté (SP) no dia 18 de abril de 1882 e morreu em São Paulo no dia 4 de julho de 1948  (65 anos). Foi um dos mais importantes e influentes escritores brasileiros do século XX. Foi importante editor de livros inéditos e autor de importantes traduções. Seguindo a seu precursor Figueiredo Pimentel ("Contos da Carochinha") da literatura infantil brasileira, ficou popularmente conhecido pelo conjunto educativo de sua obra de livros infantis, que constitui aproximadamente a metade da sua produção literária. A outra metade, consistindo de contos (geralmente sobre temas brasileiros), artigos, críticas, crônicas, prefácios, cartas, um livro sobre a importância do petróleo e do ferro, e um único romance, O Presidente Negro, o qual não alcançou a mesma popularidade que suas obras para crianças, que entre as mais famosas destacam-se Reinações de Narizinho (1931), Caçadas de Pedrinho (1933) completando 80 anos de lançamento e O Picapau Amarelo (1939).
SESTILHA

LOBATO E EMÍLIA                                                                          TIA ANASTÁCIA
  
PETRINHO E NARIZINHO                                                      VISC. DE SABUGOSA
 
 
MARQUÊS DE RABICÓ                                                                                    DONA BENTA
 
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ERNESTO GEISEL

Ernesto Beckmann Geisel nasceu em Bento Gonçalves (RJ) no dia 3 de agosto de 1907 e morreu no Rio de Janeiro, 12 de setembro de 1996. Foi militar e político brasileiro, tendo sido 29º Presidente do Brasil de 1974 a 1979.
 
ERNESTO GEISEL
 

RACHEL DE QUEIROZ

No dia 3 de agosto de 1977 a escritora Rachel de Queiroz é a primeira mulher eleita para a Academia Brasileira de Letras. Rachel de Queiroz nasceu em Fortaleza no dia 17 de novembro de 1910 e morreu no Rio de Janeiro no dia 4 de novembro de 2003. Foi uma tradutora, romancista, escritora, jornalista, cronista prolífica e importante dramaturga brasileira. Autora de destaque na ficção social nordestina.  Em 1993, foi a primeira mulher galardoada com o Prêmio Camões equivalente ao Nobel, na língua portuguesa. Ingressou na Academia Cearense de Letras no dia 15 de agosto de 1994 na ocasião do centenário da instituição.

   ESQUERDA                                     DIREITA
                         ESCRITOR SÉRVIO                           RACHEL DE QUEIROZ
 

GUILHERME PARAENSE


No dia 3 de agosto de 1920 o tenente Guilherme Paraense ganha nas Olimpíadas da Antuérpia, a primeira medalha de ouro brasileira na história dos Jogos Olímpicos, na prova de tiro com revólver a 30 metros. Guilherme Paraense nasceu em Belém no dia 25 de junho de 1884 e morreu no Rio de Janeiro no dia 18 de abril de 1968.  Foi o primeiro esportista brasileiro a conquistar uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos, no tiro. Foi atleta do Fluminense Football Club.
Militar integrante do Exército Brasileiro, com a patente de tenente, Paraense embarcou para Antuérpia, em 1920, com mais sete companheiros a bordo do navio Curvello, todos por conta própria, e desceram em Lisboa, de onde prosseguiram de trens até a Bélgica, informados de que o navio não chegaria a Antuérpia a tempo de participarem das provas. Depois de uma viagem de 27 dias, na conexão em Bruxelas parte das armas e a munição de Paraense foram roubadas. Com tantos percalços, a equipe brasileira chegou aos Jogos de moral baixa, com fome e sem material esportivo. Impressionados com a situação dos colegas, os atiradores americanos lhes emprestaram armas e munição, modernas e fabricadas especialmente pela Colt, e com elas os brasileiros derrotaram seus benfeitores, ganhando ouro, prata e bronze no Tiro.
Paraense venceu a prova de pistola rápida, acertando na mosca na prova de desempate individual e conquistando a primeira medalha de ouro olímpica brasileira, em 3 de agosto de 1920, e foi medalha de bronze por equipe na prova de pistola livre.
Ele morreu aos 83 anos de enfarte no Rio de Janeiro em 1968, mais conhecido e reverenciado na Europa que no Brasil. O polígono de tiro da Academia Militar das Agulhas Negras, em Resnde, leva seu nome em sua homenagem.

 
GUILHERME PARAENSE
 

AFRÂNIO ANTÔNIO DA COSTA

Afrânio Antônio da Costa nasceu em Macaé (RJ) no dia 14 de março de 1892 e morreu no Rio de Janeiro no dia 26 de junho de 1979. Foi o primeiro esportista a ganhar uma medalha de Prata para o Brasil em uma Olimpíada, no tiro, além de ter chegado aos cargos de ministro do Tribunal Federal de Recursos e do Supremo Tribunal Federal do Brasil, onde ficou marcado pela sua seriedade e sua personalidade forte e ter sido provedor da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro. A Biblioteca do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, no Centro do Rio de Janeiro, recebe este nome, em sua homenagem. Foram nos Jogos Olímpicos de Atuérpia, em 1920, que Afrânio conquistou a medalha de prata na competição de pistola livre, tendo tido atuação destacada horas depois, quando participou da competição por equipes em que o Brasil conquistou a sua segunda medalha, desta vez de bronze. Em 1922, nos Jogos Olímpicos Latino-americanos disputados, organizado e patrocinado pelo clube onde competia, o Fluminense Football Club, conquistou a medalha de prata na competição de pistola livre individual e a medalha bronze na competição por equipe, tendo sido por diversas vezes campeão carioca e brasileiro de tiro. Afrânio ajudou a fundar a Confederação Brasileira de Tiro Esportivo e foi um de seus presidentes, tendo sido também presidente da Associação Metropolitana de Esportes Atléticos (AMEA), chefiando a delegação brasileira na Copa do Mundo FIFA de 1930 e sido diretor de tiro do Fluminense.



 
AFRÂNIO ANTÔNIO DA COSTA
 
MEDALHA DE PRATA
VII OLIMPÍADA
 ANTUÉRPIA - 1920
AFRÂNIO ANTÔNIO DA COSTA
 
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FILATELIA: SOMATÓRIA DE ARTE, EDUCAÇÃO, CULTURA, LAZER E TERAPIA.(J.A.B.F.)
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

RELANÇAMENTO EM CATANDUVA

 
C O N V I T E

LASAR SEGALL

Lasar Segall nasceu em Vilnius no dia 21 de julho de 1891 e morreu em São Paulo no dia 2 de agosto de 1957. Grande pintor, escultor e gravurista judeu brasileiro nascido na Lituânia. O trabalho de Segall tem influências do impressionismo, expressionismo e modernismo. Seus temas mais significativos foram representações pictóricas do sofrimento humano: a guerra, a perseguição e a prostituição.
No ano de 1923, Lasar Segall mudou-se definitivamente para o Brasil. Já era um artista conhecido. Contudo, foi aqui que, segundo suas próprias palavras, sua arte ficou como o "milagre da luz e da cor". Foi um dos primeiros artistas modernistas a expor no Brasil.
O Museu Lasar Segall, idealizado por Jenny Klabin Segall – viúva de Lasar Segall – foi criado como uma associação civil sem fins lucrativos, em 1967, por seus filhos Mauricio e Oscar. Está instalado na antiga residência e ateliê do artista, projetados em 1932, por seu concunhado, o arquiteto de origem russa Gregori Warchavchik que era casado com Mina Klabin (irmã de Jenny Klabin) cunhada de Lasar.
Em 1985, o Museu foi incorporado à Fundação Nacional Pró-Memória, integrou até 2009 o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN do Ministério da Cultura, como unidade especial. A partir de 2010 converte-se em uma das unidades museológicas do recém-criado Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), Ministério da Cultura.
Além de seu acervo museológico, o Museu constitui-se como um centro de atividades culturais, oferecendo programas de visitas monitoradas para escolas, cursos e oficinas nas áreas de gravura, fotografia e criação literária, programação de cinema. Abriga a Biblioteca Jenny Klabin Segall, que mantém acervo único nas áreas das Artes do Espetáculo (Cinema, Teatro, Rádio e Televisão, Dança, Ópera e Circo) e de Fotografia. A Biblioteca, ainda, possui a mais completa documentação sobre a vida e a obra de Lasar Segall.
O Museu, como órgão federal, é apoiado pela Associação Cultural de Amigos do Museu Lasar Segall – ACAMLS, uma sociedade civil sem fins lucrativos, viabilizadas pela colaboração de instituições públicas e privadas, além de pessoas físicas que cooperam com o Museu.
 
 
SELO COMEMORATIVO
 CENTENÁRIO DO NASCIMENTO
LASAR SEGALL
 
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